Resenha: Alphaville (1965)

Alphaville, une Étrange Aventure de Lemmy Caution (1965)

Direção: Jean-Luc Godard
Duração: 99 minutos
Gênero: Ficção Científica

Sinopse
O agente secreto Lemmy Caution parte em missão para a cidade futurista de Alphaville (onde os sentimentos foram abolidos) com o objetivo de persuadir o professor von Braun a voltar aos planetas exteriores. Natacha, filha do professor, lhe serve de guia. Lemmy reencontra Henri Dickson, antigo agente secreto, que lhe envia uma mensagem para destruir Alpha 60 e salvar aqueles que choram. Lemmy presencia uma execução pública. Depois, é submetido a um interrogatório conduzido por Alpha 60, o computador que governa a cidade, e é condenado à morte. Natacha, aos prantos, lhe murmura as palavras proibidas.
Trailer


Avaliação

Sinceramente, sofri para ficar acordada. O começo do filme não faz muito sentido a princípio, e o filme só começa a ficar interessante depois do meio. E depois fica espetacular. Um roteiro maravilhoso, e uma crítica muito bem exposta. Na cidade futurista de Alphaville, todos os sentimentos (e as palavras que leva a eles) foram proibidas. Todos os habitantes parecem ter sofrido lobotomia, e andam como robôs, sem sentimentos e fazem o que Alpha 60 (um computador que comanda a cidade) manda. Lemmy Caution aparece para matar um antigo agente secreto, e acaba salvando Natacha daquela vida insossa. Como sempre, o brilhante Godard faz um filme deslumbrante. Se você for assistir, não desista, assista até o final, que eu prometo que vai valer a pena. Godard nem Anna Karina me desapontaram.

Beijos,
Ananda (:

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